Uma das manchetes da Folha Online hoje é: “Greve de professores foi campanha anti-Serra, diz procurador-geral”
Uau!
Eu disse isso neste Blog, tão logo a greve foi noticiada. Deixei claro que era armação e que não se pode confiar na pelegada que se propõe a fazer greve por professores ou outros funcionários públicos.
Greve de funcionário público é uma contradição em termos. Greve pressupõe um patrão que vai amargar um prejuízo: é a greve dos bancários, a dos ferroviários, a dos industriários. Greve de funcionário público, pelo contrário, significa que o público, a população, é que vai ser punida. Não existe um patrão, um dono de capital sendo pressionado..
A reportagem da Folha se refere a um parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral, segundo o qual a “greve organizada pelo sindicato dos professores da rede estadual de São Paulo, em março, teve caráter de ‘propaganda eleitoral antecipada negativa’ contra o pré-candidato tucano à Presidência, José Serra”.
O texto do Procurador recomenda ao tribunal “a aplicação de muta ‘no valor máximo’pela ‘gravidade da conduta’ da Apeoesp e da dirigente, Maria Izabel Azevedo Noronha.”
Eu preferia que tivesse me enganado, que tivesse feito um julgamento precipitado e injusto.
Infelizmente não.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
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Ué, deu um tempo nas postagens, paizão?
ResponderExcluirBjão!